No nosso país, a escolha dos representantes é feita por meio da análise não anônima de portfólios. Participam do júri apenas os vencedores do programa em anos anteriores e que são, na maioria, homens brancos. Todo o processo é cercado de fofocas, indicações e resultados previsíveis.

Neste ano, a delegação de criativos brasileiros é, mais uma vez, formada apenas por homens. A maioria é branca.


Mesmo diante de protestos e alternativas sugeridas por criativos, agências e ativistas, a organização do Young Lions Brazil Program insiste que a falta de diversidade na delegação oficial é um reflexo do mercado.

Não aceitamos essa justificativa e achamos que o Festival de Criatividade de Cannes é a única instituição que pode exigir uma seleção mais justa. Mais do que isso, uma seleção atrativa, competitiva de verdade e que faça o Young Lions no Brasil voltar a ter relevância.




NÚMERO DE SELECIONADOS
DESDE 1995
E

432




MULHERES SELECIONADAS 
DESDE 1995
E

15%



MULHERES SELECIONADAS
EM 2018


Zero









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